Transportador Autônomo de Cargas: Guia sobre TAC

Transportador Autônomo de Cargas: Guia sobre TAC

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O Transportador Autônomo de Cargas (TAC) é uma peça-chave na logística brasileira ao garantir o transporte eficiente de mercadorias em um setor vital para a economia. 

Esses profissionais trabalham de forma autônoma ou agregados a empresas, lidando com desafios como regulamentação, custos operacionais e a gestão de suas atividades. 

Neste texto, vamos te apresentar informações completas sobre o TAC, suas regulamentações e sua importância no mercado. Continue a leitura!

O que é transportador autônomo de cargas (TAC)?

O TAC é um profissional que presta serviços de transporte rodoviário de cargas de maneira independente, sem vínculo empregatício tradicional. 

Ele utiliza seu próprio veículo, assume a gestão dos custos operacionais e define sua disponibilidade e condições de trabalho.

Esse modelo de atuação traz vantagens como maior flexibilidade e autonomia na escolha de rotas e contratos, mas também exige atenção especial a regulamentações e à gestão financeira. 

Para atuar como TAC, é essencial estar devidamente registrado na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e cumprir os requisitos da legislação vigente, que garantem a regularidade do serviço e a proteção dos direitos do transportador.

O TAC é amplamente utilizado por empresas que buscam terceirizar o transporte de cargas, seja de forma pontual ou contínua. 

Isso porque ele oferece um modelo de contratação mais ágil e personalizado, adaptando-se às demandas específicas do mercado.

Lei de transporte de cargas

A atuação do TAC é regulamentada pela Lei nº 11.442/2007, que estabelece os direitos e deveres tanto dos transportadores quanto dos contratantes. 

Essa legislação define o TAC como uma pessoa física que realiza transporte de cargas por conta própria, utilizando veículo de sua propriedade, arrendado ou adquirido por meio de financiamento.

A lei também especifica:

  • A necessidade de contrato formal entre o TAC e o contratante, contendo informações detalhadas sobre o serviço prestado;
  • A obrigatoriedade do registro na ANTT, que concede ao TAC o Certificado de Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC), documento essencial para a atuação regular;
  • As condições mínimas de segurança e manutenção dos veículos, garantindo a integridade da carga e a segurança nas estradas.

Além disso, a Lei nº 11.442/2007 oferece uma base para a relação contratual, protegendo tanto o transportador quanto o cliente contra possíveis divergências e irregularidades.

Quais são os tipos de transportador autônomo de cargas?

​​Existem duas principais modalidades de atuação para o Transportador Autônomo de Cargas (TAC), e cada uma possui características distintas. 

A escolha entre ser um TAC agregado ou independente depende das preferências e necessidades do profissional. Entenda as particularidades de cada um:

TAC agregado

O TAC agregado trabalha de forma vinculada a uma empresa, firmando um contrato de prestação de serviços. 

Nessa modalidade, o transportador utiliza seu veículo próprio para atender exclusivamente à demanda da contratante, como transporte de mercadorias ou insumos.

O trabalho agregado oferece maior previsibilidade financeira, pois há um fluxo contínuo de trabalho e remuneração estável. 

Além disso, o TAC geralmente recebe orientações e suporte da empresa contratante, o que reduz a necessidade de buscar clientes por conta própria.

Contudo, apesar das vantagens, o TAC agregado tem menor autonomia, já que precisa seguir as diretrizes e prazos da empresa contratante. 

A exclusividade com uma única empresa também pode limitar oportunidades em outros mercados.

Independente

O TAC independente, por sua vez, realiza serviços de transporte de forma autônoma, negociando diretamente com seus clientes. 

Ele não possui vínculos exclusivos, o que permite maior liberdade para escolher os serviços que deseja realizar.

A principal vantagem do TAC independente é a liberdade para negociar preços, escolher rotas e definir sua própria rotina de trabalho. Isso permite atender a diversos clientes e explorar oportunidades mais lucrativas no mercado.

Por outro lado, o transportador independente enfrenta maior instabilidade financeira, já que o fluxo de trabalho pode ser sazonal. 

Além disso, a necessidade de conquistar e manter clientes exige habilidades comerciais e um bom planejamento financeiro.

O que é necessário para ser TAC?

Para atuar como Transportador Autônomo de Cargas, é preciso atender a requisitos específicos que garantem a regularidade e a segurança das operações. 

Aqui estão os principais critérios:

Carteira Nacional de Habilitação (CNH)

O transportador deve possuir CNH nas categorias C, D ou E, dependendo do tipo de veículo que irá operar. Essa exigência assegura que o profissional esteja habilitado para dirigir veículos de carga.

Registro na ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres)

É obrigatório registrar-se no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC). Esse cadastro comprova a regularidade do transportador e é exigido para realizar serviços de transporte interestadual.

Veículo Adequado

O TAC precisa ter um veículo em bom estado, que atenda às normas de segurança e esteja devidamente registrado e licenciado. 

No caso de transporte de cargas específicas, como produtos perigosos, é necessário que o veículo seja adaptado para essa finalidade.

Documentação Fiscal e Contratual

Para emitir documentos fiscais, como o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe), o TAC deve estar devidamente registrado e possuir acesso a sistemas de emissão fiscal, como os oferecidos pela Sygma Sistemas.

Seguro de Carga

Embora não seja obrigatório em todas as situações, o seguro de carga é altamente recomendado para proteger o transportador e os clientes contra prejuízos em caso de acidentes ou roubos.

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Quais são os principais desafios do TAC?

O Transportador Autônomo de Cargas (TAC) enfrenta diversos desafios que exigem planejamento e gestão eficiente. Entre os principais, destacam-se:

  • Aumento dos custos operacionais: a alta nos preços de combustíveis, pedágios e manutenção de veículos impacta diretamente a rentabilidade do TAC. É essencial planejar rotas e buscar alternativas para otimizar gastos;
  • Manutenção e renovação de frota: como o veículo é o principal ativo de trabalho, a manutenção preventiva é indispensável para evitar paradas inesperadas e prejuízos. Além disso, muitos autônomos enfrentam dificuldades para renovar a frota devido ao alto custo de aquisição de novos veículos;
  • Instabilidade na demanda: o volume de serviços pode variar ao longo do ano, especialmente em setores sazonais. Para superar essa instabilidade, o TAC deve diversificar os clientes e as cargas transportadas;
  • Cumprimento das obrigações fiscais e legais: a emissão de documentos fiscais como o CTe (Conhecimento de Transporte Eletrônico) e o CTe OS é obrigatória, mas muitos autônomos encontram dificuldades em cumprir essas exigências de forma prática e eficiente;
  • Competitividade no mercado: a concorrência com grandes transportadoras e outros TACs demanda um bom relacionamento com os clientes e uma operação eficiente para oferecer um diferencial.

Superar esses desafios requer não apenas habilidades técnicas, mas também ferramentas que facilitem a gestão e o cumprimento de obrigações legais.

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  • Emissor de CTe OS: voltado para transportadores que prestam serviços de transporte de passageiros ou outras atividades vinculadas ao setor. Oferece funcionalidade semelhante ao Emissor de CTe, mas adaptada às necessidades desse tipo de operação.

Ambas as ferramentas contam com suporte técnico 24 horas e treinamento ao vivo, garantindo que você possa utilizá-las de forma eficiente e sem complicações.

Se você é transportador autônomo e busca uma forma simples e eficiente de emitir seus documentos fiscais, conheça o Emissor de CTe OS e o Emissor de CTe da Sygma Sistemas. 

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Conclusão

O Transportador Autônomo de Cargas é um profissional essencial para o setor logístico brasileiro, com diferentes formas de atuação que oferecem vantagens e desafios distintos.

Seja como TAC agregado, com maior estabilidade e suporte empresarial, ou como TAC independente, com liberdade e autonomia, essa profissão exige organização, planejamento e regularização para alcançar o sucesso.

Para facilitar a rotina do TAC, soluções como os sistemas de emissão fiscal da Sygma Sistemas são indispensáveis. 

Eles garantem agilidade e conformidade com a legislação, permitindo que o transportador se concentre no que faz de melhor: levar as cargas com segurança e eficiência a todos os cantos do país.

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